Hepatite

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Nova descoberta para o câncer de fígado

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Entre todos os tipos de câncer existentes, o câncer de fígado é o tumor com mais índice de mortalidade em todo o mundo e o quinto mais comum .
Recentemente uma pesquisa realizada pelo "Institut d`Investigació Biomédica de Belvitge (Idibell)" foi publicada em um dos maiores jornais especializados no assunto - o "Journal of Hepatology".
Esse estudo possibilitará encontrar medicamentos para o tratamento do câncer de fígado mediante a inibição do receptor do fator de crescimento do tumor, ativando mecanismo que provoquem a própria morte das células cancerígenas.
Quando o organismo deixa de comandar a morte das células e, o nascimento de novas células acontece por cima das antigas, criando uma superposição de células, através de algum mecanismo ainda desconhecido pelos médicos, surge o tumor.
Os tratamentos atuais tentam interromper a alimentação das células que formam o tumor ou o atacam  através do uso de procedimentos quimioterápicos ou a radiação.
Nesta pesquisa foi detectado que ao se inibir o receptor do fator de crescimento epidérmico o tumor para de crescer e as células tumorais hepáticas ficam sensíveis a ação supressora da citocina TGF-beta, ativando os mecanismos de morte programada, tal qual deveria acontecer se fossem células sadias. Essa morte programada das células é conhecida como apoptoses.
A citocina TGF-beta possui uma característica contraditória. No estágio inicial do câncer induze a morte celular programada das células, de forma que inibe o crescimento do tumor, porém quando o câncer está mais avançado favorece a migração, provocando metástases.
Essa descoberta poderá ser o passo inicial para desenvolver novas terapias personalizadas para o câncer de fígado. Uma terapia personalizada analisa a biologia molecular das células do tumor do paciente, o fenótipo e o perfil genético, podendo prognosticar quais pacientes poderão se beneficiar com os medicamentos. Uma nova fase da pesquisa está sendo realizada em ratos.
Fonte: hepato.com

Hepatites, epidemia ignorada - Reportagem Dr. Drauzio Varella - 3º episódio

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Distância atrapalha controle das hepatites na Amazônia

Dependendo da região do estado do Acre, 3 a 20% dos habitantes sofrem de hepatite B crônica. É a principal causa de morte em jovens de 15 a 25 anos.


Carlo VaraldoEsta semana, no dia Mundial da Hepatite, a Organização Mundial da Saúde (OMS) chamou atenção para o aumento de casos da doença. Hoje, 500 milhões de pessoas no mundo inteiro são portadores do vírus da hepatite B ou C.
No Brasil, o doutor Drauzio Varella viajou até uma região esquecida do nosso país que está pedindo socorro. Justamente por causa da forma rara da doença, lá as pessoas são vítimas de um ataque duplo: dois tipos de vírus da doença, que juntos se tornam ainda mais violentos.
Primeiro episódio: Três milhões de brasileiros têm hepatites B e C
Segundo episódio: Só existe uma forma de você saber se tem hepatite C, através do teste
“Eu não posso andar no sol, pular, correr”, diz um menino. “É inacreditável, o nosso povo não acredita que esses vírus é capaz de passar de uma pessoa para outra através de sangue, através da relação sexual”, diz o professor Valdê Acrino Yawanawá .

Hepatites matam mais de 20 mil pessoas em uma década

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Segundo informações do Ministério da Saúde, divulgadas ontem no Dia Mundial de Combate as Hepatites, as hepatites virais mataram mais de 20 mil pessoas no Brasil em dez anos.
De 2000 a 2010, foram registradas 20.771 mortes pelos cinco tipos de hepatites (A, B, C, D e E), num total de 307.446 casos.
Mais de 70% dos casos foram provocadas pela hepatite C, a mais agressiva. Nesse período, houve aumento de 460% no número de casos no país.
A hepatite B aparece em segundo lugar das estatísticas. A transmissão de ambas ocorre pelo contato com sangue ou secreções com o vírus, como, por exemplo, durante relação sexual sem o uso de preservativos (no caso da hepatite B) ou por objetos cortantes, como alicates de unha não esterilizados corretamente (no caso da hepatite C).

Fonte: Ministério da Saúde.

28 de Julho- Dia Mundial de Combate as Hepatites

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Dia Mundial da Hepatite No dia 28 de Julho comemorou-se em todo o mundo o Dia Mundial de Combate as Hepatites. Nós da Associação Brasileira de Portadores de Hepatite (ABPH) estamos nessa luta, apoiando essa causa e lutando para que cada dia mais uma vida seja salva, através do esclarecimento e conhecimento por parte das milhares de pessoas que estão infectadas com o vírus da hepatite e não sabem do seu diagnóstico.

 E VOCÊ, JÁ FEZ O SEU TESTE DE HEPATITE HOJE ?

Hepatite faz com que 40% das córneas doadas sejam descartadas

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pela primeira vez elaborou um relatório mostrando que a falta de diagnósticos das hepatites B e C pode impactar na realização de transplantes de córnea. A doença é o principal motivo para tecidos nãos serem aproveitados em transplantes oculares.
Segundo dados da Anvisa, durante o ano de 2009 os bancos de olhos espalhados pelo país captaram 21.012 córneas para serem utilizadas em transplantes. Do total dos tecidos 10.635 ou 51 % foram descartadas.
O principal motivo para a não utilização de quase metade das córneas, segundo a Anvisa, foi a Hepatite B e a Hepatite C, problemas de saúde que impedem a utilização do material é responsável por 38,9 % dos descartes.
A má qualidade do tecido ocular doado também resultou na inutilização do tecido em 30 %dos casos.
A Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) mostra mesmo que o número de doadores de córneas está em queda no país, na contramão das estatísticas, o núemro de doadores de outros órgãos está subindo.
Diminuir a incidência de hepatite B pode repercutir na diminuição da fila de espera para o transplante de córneas. No início deste ano, a Secretaria de Estado da Saúde  de São Paulo anunciou que passou a exportar córneas para outros Estados do país.
Na semana passada, o Ministério da Saúde lançou o primeiro plano nacional  de combate contra a Hepatite B e a Hepatite C.
A iniciativa quer lutar contra a falta de diagnóstico na população. Os dados nacionais mapeados mostram que 96 mil novos casos foram diagnosticados de Hepatite B apenas no ano passado.


Fonte: Agência IG 
 

Segundo OMS um terço da população mundial tem hepatite.

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De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) cerca de um terço da população global, ou 2 bilhões de pessoas, foi infectado pela hepatite.

A hepatite é a doença que mata cerca de 1 milhão de pessoas anualmente ao redor do mundo, segundo dados da OMS.

A doença que tem cinco vírus principais, é a principal causa de cirrose e câncer de fígado. O tipo B da hepatite é o mais comum e pode ser transmitido no parto, assim como é transmitido por injeções contaminadas, uso de dorgas injetáveis e, principalmente por relação sexual sem o uso de preservativo.

O vírus E da hepatite, transmitido pela água ou por alimentos infectados, é uma causa comum de surtos, principalmente no continente africano.

Segundo a OMS, embora a maioria dos portadores não saiba que tem a doença, são capazes de transmiti-la e, a qualquer momento, ela pode se desenvolver, muitas vezes de forma silenciosa dentro do organismo.

Fonte: Organização Mundial da Saúde

Hepatites, epidemia ignorada - Reportagem Dr. Drauzio Varella - 2º episódio

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Só existe uma forma de você saber se tem hepatite C: faça o teste

Doutor Drauzio mostra o tipo mais agressivo dessa hepatite: o tipo C.


Carlo VaraldoDomingo passado, o doutor Drauzio Varella estreou aqui uma série sobre uma doença que três milhões de brasileiros têm e não sabem: a hepatite. Hoje, o Doutor Drauzio vai tratar do tipo mais agressivo dessa doença: a hepatite tipo C.

‘Eu não sentia nada, não sentia sintoma algum, não sentia dor. Levava um cotidiano normal. Nada que me indicasse que eu tinha esse tipo de hepatite C’, relata Ricardo Miguel, vendedor. ‘Faz uns dez anos mais ou menos que eu comecei a perceber que alguma coisa estava errada’, conta Ely.

A hepatite C é uma doença causada por um vírus caprichoso, que entra pela corrente sanguínea e permanece no organismo por muitos anos. Agredindo o fígado na covardia, sem provocar sintomas. Hepatite C não tem vacina. A hepatite B tem. A hepatite C não. Há de um milhão e meio a dois milhões de brasileiros com hepatite C crônica. Se não forem identificados e tratados com medicamentos, muitos deles só poderão ser salvos pelo transplante de fígado. Não haverá órgãos disponíveis para tanta gente.

SUS adota testes rápidos para hepatites B e C

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SUS - Sistema Único de SaúdeO Sistema Único de Saúde passa a oferecer, a partir de agosto, testes rápidos para a detecção das hepatites B e C. Os exames, cujos resultados ficarão prontos em 30 minutos, terão investimentos de R$ 10,6 milhões do Ministério da Saúde para a aquisição de 3,6 milhões de testes.

Os testes serão oferecidos inicialmente nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) das capitais do país, para depois serem estendidos às unidades básicas de saúde. “Queremos acolher os pacientes o mais rapidamente possível. Com o diagnóstico precoce, podemos orientá-los para evitar a transmissão da doença e iniciar a oferta do tratamento adequado, garantindo melhor resposta do organismo e mais qualidade de vida”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Tratamento para Hepatite C será ampliado a partir desta segunda

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No DF, a estimativa é que haja 24 mil pessoas infectadas pelo vírus.
Apenas 70 pessoas no DF recebem tratamento com medicamento.


Bom Dia DF“ O tratamento da Hepatite C será ampliado pelo Ministério da Saúde a partir desta segunda-feira (18). A mudança acontecerá no tempo de tratamento da doença com o medicamento chamado Interferon Peguilado, que poderá ser realizado em até 18 meses. A estimativa da Secretaria de Saúde é que haja 24 mil pessoas infectadas no Distrito Federal, mas apenas mil casos, aproximadamente, estão confirmados.

Somente 70 pessoas no DF recebem tratamento com o Interferon Peguilado. Este medicamento precisa ser utilizado pelos pacientes uma vez por semana. Já para o Interferon convencional, são três doses a cada semana. De acordo com a diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde, Sônia Geraldes, no DF a hepatite C afeta 1,13% da população entre 10 e 19 anos e 1,54% entre 20 e 69 anos. A diretora afirma que a proporção é maior entre homens adultos.

Hepatites, epidemia ignorada - Reportagem Dr. Drauzio Varella - 1º episódio

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Três milhões de brasileiros têm hepatites B e C, alerta Drauzio Varella 

Primeiro episódio da nova série explica a diferença entre os tipos de hepatite e dá detalhes da forma crônica da doença.

Carlo Varaldo“Minha vida era normal, como a de todo garoto de 22 anos. Não sentia sintoma algum, não sentia dor. Nada que me indicasse que eu tinha esse vírus da hepatite”, conta um jovem.
“Fiquei apavorada, assustada, porque eu não tinha informação sobre a doença. Mas como era uma questão de uma gestação, você se preocupa mais”, relata Juíara.
“Não posso andar no sol, pular, correr. A comida que eu comia antes eu não posso comer. É diferente”, explica uma criança.
“Até oito, dez anos atrás, ninguém tinha ideia do que é hepatite. Só sabiam que existia, mas ninguém tinha ideia do que era. Tinham algumas prevenções que não tinham nada a ver. Por exemplo, comer em prato separado”, diz Gilberto.
Nesta série, vamos falar das hepatites e você verá que as hepatites são causadas por vírus completamente diferentes uns dos outros. Alguns provocam uma doença benigna, quase sem complicações. Outros, como os vírus das hepatites B e C, provocam uma infecção crônica, que leva à cirrose e ao câncer de fígado.